sexta-feira, 13 de setembro de 2024

A descoberta da Vitamina C

A Estória da História da Vitamina C

Era uma vez, em um reino não tão distante chamado Terra, uma busca épica pela fonte da juventude. Não, não era uma fonte mágica, mas algo muito mais extraordinário: a Vitamina C!

A história começa no século XVI, quando os marinheiros enfrentavam um inimigo invisível e implacável: o escorbuto. Uma doença que fazia os dentes caírem, as gengivas sangrarem e o ânimo desaparecer. Mas eis que surge um herói, o cirurgião naval escocês James Lind, que descobriu que um nutriente misterioso em alimentos cítricos poderia prevenir essa terrível maldição.

Avançamos para o ano de 1912, quando dois pesquisadores noruegueses, A. Hoist e T. Froelich, redescobriram e identificaram essa substância milagrosa, dando-lhe o nome de ácido ascórbico. Eles não sabiam ainda, mas tinham encontrado a chave para desvendar os segredos do metabolismo do tecido conjuntivo e da cicatrização.

Só um pequeno desvio em nossa estória: A palavra “vitamina” foi criada pelo químico polonês Casimir Funk em 1912. Ele combinou as palavras “vita”, que significa vida, e “amina”, porque inicialmente acreditava-se que todas essas substâncias eram aminas (compostos orgânicos derivados da amônia). Funk fez essa descoberta enquanto estudava a vitamina B1 (tiamina), que ele isolou das cascas de arroz

Mas a saga da vitamina C continua! Em 1931, um mago da química chamado Dr. Tadeusz Reichstein, do Instituto Suíço de Tecnologia em Zurique, e sua equipe fizeram um concentrado de suco de limão 20.000 vezes mais potente que o suco original! Então ocorreram esforços intensivos de discernir a natureza exata deste composto vital. Uma vez determinada a sua “cadeia” ou estrutura molecular, poder-se-ia sintetizá-lo e produzi-lo em massa. E assim aconteceu que, em 1935, a vitamina C tornou-se a primeira vitamina “pura” disponível ao público por meio da produção em larga escala, marcando um novo capítulo na história da medicina.

Linus Pauling (1954)
E como em toda boa história, temos um personagem controverso: Linus Pauling (1901 a 1994), o ganhador do Premio Nobel de Química de 1954. Ele defendia o consumo de altas doses de Vitamina C para combater resfriados e até mesmo o câncer, chegando a consumir cerca de 18 gramas por dia! Isso equivale a 18 comprimidos efervescente, sendo que a dose recomendada é de 1 comprimido. Suas ideias desencadearam debates acalorados e uma nova linha de pesquisa, a medicina ortomolecular.

E assim, meus caros leitores, a Vitamina C passou de uma simples defensora contra o escorbuto para uma celebridade no mundo das vitaminas. Quem diria que a solução para um dos maiores mistérios da saúde estaria escondida em uma laranja?

E eles viveram saudáveis e felizes para sempre. Bom, pelo menos até a próxima gripe. Mas isso, meus amigos, é uma história para outro dia.

quinta-feira, 12 de setembro de 2024

Maquiagem: Produto Natural x Comum

 A diferença entre maquiagem com produtos naturais e maquiagem comum


Ah, a eterna batalha entre o natural e o artificial! Essa saga se estende a tudo: desde a escolha entre comer uma maçã ou um pacote de batatas fritas até o universo colorido e brilhante da maquiagem. Hoje, vamos mergulhar no mundo fascinante da maquiagem com produtos naturais versus a maquiagem comum, e acredite, é mais emocionante do que parece!

A batalha

Primeiro, vamos falar sobre a maquiagem comum, aquela que você encontra em qualquer loja de cosméticos, brilhando sob as luzes fluorescentes como se estivesse pronta para uma festa de Ano Novo. Essas belezuras são como aquele amigo que sempre está pronto para a balada, mas que você sabe que está cheio de segredos... químicos. Sim, estamos falando de uma lista de ingredientes que parece mais um experimento de laboratório do que algo que você gostaria de passar no rosto.

Por outro lado, temos a maquiagem com produtos naturais, a heroína da nossa história, que chega com a promessa de ser gentil com sua pele e com o planeta. Ela é como aquela pessoa que faz yoga ao amanhecer e só come alimentos orgânicos - um pouco pretensiosa, talvez, mas com boas intenções. Esses produtos são feitos com ingredientes que você provavelmente poderia encontrar em uma salada muito sofisticada, como óleo de coco, argila e até mesmo extrato de romã.

Na prática

Agora, você deve estar se perguntando: "Mas e a performance? Será que a maquiagem natural pode realmente competir com a maquiagem comum?" Bem, prepare-se para ser surpreendido! Apesar do mito de que a maquiagem natural não dura tanto quanto a comum, muitas marcas têm provado o contrário, oferecendo produtos que são tão duradouros quanto seus equivalentes sintéticos. E o melhor de tudo? Você não precisa se preocupar em ingerir acidentalmente metais pesados quando lambe os lábios depois de aplicar o batom. Sim, isso é uma coisa real - aparentemente, as mulheres consomem entre 0,6 a 2 kg de batom durante sua vida. Quem diria que maquiagem poderia ser parte da sua dieta?

Quem usa maquiagem pode ingerir até 2 kg de batom!

Conclusão 

Então, qual é a conclusão dessa batalha épica? Bem, se você é alguém que valoriza ingredientes naturais e quer evitar colocar coisas estranhas na sua pele, a maquiagem natural pode ser a sua nova melhor amiga. Mas se você é do tipo que não se importa em viver no lado selvagem e adora uma boa festa química no seu rosto, então a maquiagem comum ainda tem seu lugar.

No fim das contas, a escolha é sua. Só não se esqueça de verificar os ingredientes, porque, assim como na comida, você é o que você passa no rosto! E aí, vai de salada ou batata frita hoje? Deixe seu comentário e entre nessa conversa maquiada!

🔗Onde achar maquiagem natural profissional

Seu cérebro está te sabotando (e a ciência finalmente descobriu por quê)

  Seu cérebro está te sabotando (e a ciência finalmente descobriu por quê) Tempo de leitura: 7 minutos | O insight que vai mudar como você a...